
A Câmara Municipal de Patos aprovou neste ano 104 emendas impositivas, mas a medida gerou polêmica entre os vereadores. O parlamentar Jamerson Ferreira criticou duramente a aprovação, classificando os colegas de "bestas", pois, segundo ele, a maioria das emendas aprovadas não será cumprida. Ele apontou que, nos últimos quatro anos, muitas dessas propostas não foram executadas.
Em seu discurso, o vereador destacou que, embora as emendas impositivas sejam uma obrigação legal, o prefeito de Patos, Nabor Wanderley, tem optado por pagar apenas o que considera conveniente. "O prefeito paga o que ele quer. Essas emendas impositivas, que deveriam garantir direitos à população, na prática, não são cumpridas", afirmou Jamerson. Ele ainda relembrou que a criação das emendas impositivas foi uma iniciativa do próprio Nabor Wanderley, enquanto este ocupava um cargo na Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB). No entanto, no município, o prefeito prioriza apenas as chamadas "emendas seletivas".
O vereador fez um apelo para que haja maior fiscalização sobre o cumprimento das emendas, especialmente aquelas destinadas a setores essenciais, como a saúde.
"É preciso intensificar a fiscalização. As emendas pagas são apenas as de obrigação legal, como as da saúde. Muitas outras são apresentadas, mas não saem do papel. A gestão escolhe o que quer pagar", concluiu Jamerson.
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