
O Nacional deixou escapar uma vitória importante diante do Sousa ao sofrer o empate aos 43 minutos do segundo tempo, em partida válida pela sétima rodada da competição. O resultado, definido no “apagar das luzes”, foi encarado como uma derrota pelo elenco e comissão técnica, que agora dependem também de outros resultados para avançar às semifinais via G-4.
O técnico Felipe Soares não escondeu a frustração com o desfecho.
— Para a gente é decepcionante. Você está com o resultado favorável até os 43 do segundo tempo, com os três pontos na mão, e deixa escapar dois pontos que eram fundamentais — afirmou.
Segundo o treinador, as circunstâncias da partida limitaram as alternativas táticas. Das cinco substituições realizadas, três foram por desgaste físico ou início de lesão: Pingo, Negrito e Abner pediram para sair.
— Isso afeta muito a estratégia de jogo. Só conseguimos fazer duas trocas com objetivo tático. Mesmo assim, a equipe vinha se portando bem. É difícil encontrar palavras para explicar como tomamos um gol desses no final — completou.
Mesmo reconhecendo que a equipe vinha se portando bem em campo, Felipe Soares admitiu dificuldade para explicar o gol sofrido nos minutos finais.
— É difícil encontrar palavras para explicar como a gente toma um gol aos 43 do segundo tempo. O sentimento da torcida é genuíno, é o mesmo da gente: frustração — disse.
Felipe Soares reforçou que o momento agora é “digerir o luto” pelo resultado antes de voltar o foco total ao próximo compromisso.
— Vamos sentar com a comissão e a diretoria, organizar o que precisa ser feito. Agora não depende só da gente, mas precisamos fazer nossa parte primeiro: vencer e depois fazer as contas.
O atacante Pingo, artilheiro do time com quatro gols e responsável por abrir o placar, também analisou o empate com sentimento semelhante. Para o atacante, o Nacional começou bem, mas não conseguiu sustentar o ritmo.
— Fizemos um primeiro tempo muito bom, abrimos o placar. No segundo tempo voltamos um pouco e, infelizmente, sofremos o empate no final. Não era o que queríamos — disse.
Apesar do tropeço, o discurso no clube é de confiança. A decisão pela classificação ficará para a última rodada, no Estádio Amigão, no dia 22. O Nacional encara a equipe do Treze em confronto direto.
— Não tem nada perdido. Vamos trabalhar forte nesse período até a última rodada para buscar essa classificação. Sabemos que será um jogo difícil, mas vamos para lá para vencer — afirmou Pingo.
Com um retrospecto recente positivo no Amigão — uma vitória contra o Campinense e um empate contra o Serra Branca — o Nacional aposta na força do elenco e no apoio da torcida para transformar a frustração em reação decisiva na rodada final.
Por Felipe Vilar - Patos Online
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