A prisão é temporária, válida por 5 dias. A imprensa tenta contato com a defesa do ex-deputado.
Segundo a PF, Vaccarezza apadrinhava um grupo criminoso que influenciou na contratação de uma empresa estrangeira pela Petrobras. Em troca, o ex-deputado, executivos da estatal e agentes públicos e políticos receberam "pagamentos indevidos". A fase foi batizada de Operação Abate.
O ex-deputado é apontado pelo Ministério Público Federal (MPF) como o principal beneficiário de US$ 500 mil em propina que eram destinados ao PT.
A outra fase, chamada de Sem Fronteiras, e tem como foco irregularidades envolvendo executivos da Petrobras e grupo de armadores estrangeiros para obtenção de informações privilegiadas e favorecimento obtenção de contratos milionários com a empresa brasileira.
No total, foram cumpridas 46 ordens judiciais distribuídas em 29 mandados de busca e apreensão, 11 mandados de condução coercitiva e 6 mandados de prisão temporária, incluindo o de Vaccarezza, em São Paulo, Santos e Rio de Janeiro.
Do G1
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