
Bombardeiro israelenses na Faixa de Gaza deixaram ao menos 15 mortos, incluindo um líder islâmico e uma menina, nesta sexta-feira, 5, informou o Exército de Israel, que especificou que a operação é dirigida contra a organização Jihad Islâmica e que ainda não terminou. “Trata-se de um ataque preventivo no qual estimamos que cerca de 15 pessoas foram mortas”, disse o porta-voz do Exército, Richard Hecht a repórteres.
A operação que está em curso foi denominada “Breaking Dawn”. O porta-voz prevê uma réplica de disparos de foguetes do enclave palestino contra o território israelense. A Jihad Islâmica, incluída na lista de organizações terroristas do Estados Unidos e da União Europeia (UE), confirmou a morte de um de seus líderes e acusou Israel de ter “desencadeando uma guerra”. A ofensiva israelense ocorre após a detenção na segunda-feira, 1, de Basem Saadi, um líder da Jihad Islâmica, na Cisjordânia ocupada. As autoridades israelenses temiam ataques de retaliação de Gaza, território governado pelo grupo islâmico Hamas e com forte presença da Jihad.
Os ataques na região acontecem sem tréguas. Fontes de segurança palestinas e testemunhas disseram que presenciaram vários bombardeios, principalmente no centro da cidade de Gaza. “O inimigo sionista começou essa agressão e deve se preparar para combatemos sem trégua (…). Depois desde bombardeio, não haverá trégua”, declarou de Teerã o secretário-geral da Jihad Islâmica à emissora libanesa Al-Mayadeen. “Temos que defender coletivamente nós mesmos e nosso povo. Não permitiremos que o inimigo mine a resistência e nossa perseverança nacional”, disse um comunicado da organização.

Com informações da AFP
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