
Moradores do Conjunto Habitacional São Judas Tadeu, em Patos, estão relatando problemas de infiltração nas residências após as últimas chuvas registradas na cidade. Uma das moradoras denunciou danos no imóvel e cobra providências da construtora responsável pelo empreendimento, alegando que o contrato prevê garantia de cinco anos.
Segundo o relato, durante as chuvas, grande volume de água entrou na residência, provocando danos no teto de gesso e a queima de uma câmera de segurança instalada no local. A moradora afirma que procurou a construtora, que enviou representantes e engenheiros para vistoriar o imóvel.
Ainda conforme a denúncia, quatro engenheiros estiveram na casa e teriam alertado que, em caso de novas chuvas intensas, há risco de o teto ceder. A moradora questiona que, mesmo diante da avaliação técnica, a empresa informou que não poderia realizar outros reparos, alegando que os apartamentos foram entregues em perfeitas condições.
Ela também contesta a justificativa apresentada de que possíveis danos no telhado teriam sido provocados por equipes de internet ou telefonia. De acordo com a moradora, em períodos chuvosos anteriores não houve registros de infiltração no imóvel. Durante uma verificação no telhado, teriam sido identificadas telhas sem parafusos, o que, segundo ela, indicaria falhas na instalação.
A moradora destaca que assinou contrato com previsão de cinco anos de garantia e afirma que espera uma solução efetiva para o problema.




Procurada pela reportagem, a Construtora Rocha Cavalcante informou que realizou vistoria no local da denúncia. Segundo a empresa, equipes de telefonia e outros prestadores de serviço costumam realizar instalações e manutenções nos prédios de forma inadequada, sem os devidos ajustes após intervenções, o que pode ocasionar infiltrações.
A construtora afirmou ainda que os reparos que são de sua responsabilidade estão sendo realizados e que, no caso da moradora que apresentou a denúncia, será feita uma nova impermeabilização na calha. No entanto, a empresa declarou que não pode assumir danos que, segundo ela, teriam sido causados por terceiros, especialmente em relação às telhas que teriam sido danificadas após intervenções externas.


Por Patos Online
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