Existe um ditado popular sobre a política no Brasil: “Quando acaba uma eleição já se começa a pensar na próxima”. E partindo dessa visão, já começam as especulações a respeito da próxima eleição, ou seja, a do ano que vem (2024), quando os brasileiros irão escolher prefeito e vice-prefeito, além dos novos nomes para vereador que irão compor os legislativos municipais para o período de 2025 a 2028.
Em Patos, onde como em todo país o povo é apaixonado por política, já começam as conversas de botequim, de bastidores, na “boca miúda" e redes sociais, no sentido de especular quem vai ser o candidato da oposição para enfrentar o poderosíssimo grupo Motta.
Há quem assegure que Nabor, caso vá a reeleição, não terá adversário, pois dispõe de incontáveis apoios, que vão desde o governo federal (Lula), já que votou no presidente, onde um reflexo disso foi que mais de 60% da população patoense escolheu o petista para presidente. Pensando nisso, seria natural que o PT retribuísse a cortesia a apoiasse o processo de reeleição do atual chefe do executivo municipal.
Nabor foi o principal cabo eleitoral do governador João Azevedo e seguramente terá apoio maciço do governador da Paraíba no ano que vem. Fora isso, o grupo tem o Senador Efraim (Senado), Hugo Motta (Câmara Federal) e Francisca Motta (Assembleia Legislativa), com esse “poderio de fogo”, vem a pergunta: "Alguém vai arriscar a enfrentar o referido grupo nas eleições do ano que vem aqui em Patos”?
Recentemente, essa questão foi levada a um possível nome da oposição patoense que disparou: "Ninguém vence eleição de forma antecipada”. Isso foi entendido que algumas forças sonham em juntar apoios capazes de enfrentar o grupo mandatário nas urnas.
Alguns nomes da oposição são: “ Dr. Ramonilson, Germana Wanderley e o esposo Érico Djan, Lenildo Morais, Josmá Oliveira, José Gonçalves (embora sendo do PT que provavelmente se unirá a Nabor), Jozivan Antero, Jamerson Ferreira, Patrian Júnior, dentre outros.
A análise que podemos fazer é a seguinte: Caso não surja nomes novos e fortes, a única chance da oposição seria uma união geral entre os nomes acima citados, coisa não impossível, mas muito difícil de acontecer, haja visto o perfil e diferenças políticas de cada um.
Neste caso, é só esperar o que os próximos meses e ano trarão para que essa questão fique mais clara aqui em Patos.
Patosonline.com
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