
O ministro do STF (Supremo Tribunal Fedferal), Edson Fachin, negou nesta sexta-feira (14) o pedido da Polícia Federal para investigar seu colega, o ministro Dias Toffoli, que teve o nome citado em delação do ex-governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral.
Fachin também proibiu novas investigações com base no depoimento – que embasou o pedido de investigação da PF – até julgamento do processo pelo Plenário do STF, no dia 21 de maio.
Ele justificou barrar a investigação de acordo com manifestação da PGR (Procuradoria-Geral da República) sobre as delações de Cabral. A Procuradoria entrou com recurso em 11 de fevereiro contra o depoimento, por suspeitar que o ex-governador continua ocultando valores recebidos por meio de propina e corrupção.
"O entendimento é o de que esse fato viola “a boa-fé objetiva”, condição necessária à elaboração de acordos de colaboração", escreveu o órgão, em nota. Por isso, segundo Fachin, o STF deveria seguir o entendimento da PGR sobre a validade da delação, de acordo com precedentes do Supremo.
Sérgio Cabral está preso desde novembro de 2016 , condenado em mais de 13 ações penais que somadas ultrapassam 280 anos de reclusão.
Entre outras informações, o acordo de delação premiada do ex-governador acusa o ministro Dias Toffoli de ter recebido R$ 4 milhões para favorecer dois ex-prefeitos da capital carioca em processos do TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Com base nesta delação, a PF pediu no dia 11 de maio a abertura de inquérito contra o ministro.
R7
ELEIÇÕES No debate da TV Cabo Branco, Efraim apresenta propostas para fazer o Estado funcionar na prática
CONTAS PÚBLICAS TCE-PB aprova contas de 2023 da gestão de Francisco Cirino em Mãe d’Água
ELEIÇÕES 2026 Campanha de Cícero Lucena aciona Justiça Eleitoral contra Lucas Ribeiro por suposta compra de votos; “estão desesperados”, diz Lucas
Eleições 2026 Quarto colocado nas pesquisas, Pedro Coutinho desiste da candidatura ao Governo da Paraíba e anuncia apoio a Lucas Ribeiro
STF Mendonça vota por proibição de posts sobre Nossa Senhora: “Não é censura”
EXONERADO Secretário do Procon-JP, Júnior Pires pede exoneração após ser alvo de operação da Polícia Federal Mín. 23° Máx. 37°