A Procuradoria Geral da República (PGR) negou o pedido do PSOL que requereu a prisão do deputado federal Cabo Gilberto Silva, do deputado estadual Walbber Virgolino, da vereadora Eliza Virgínia, além do ex-candidato ao governo da Paraíba, pelo PL, nas eleições de 2022, Nilvan Ferreira e da candidata a deputada federal Pâmela Bório, sob a acusação de terem envolvimento com os atos de vandalismo em Brasília.
O ministro Alexandre de Moraes deve decidir sobre o pedido após a PGR se manifestar. A PGR não apenas indeferiu o pedido de prisão preventiva, mas também o de suspensão de acesso aos perfis em redes sociais dos políticos citados.
A manifestação da Procuradoria Geral da República foi assinada pelo sub-procurador Geral da República, Carlos Frederico Santos. No documento, Santos afirma que pessoas públicas podem provocar a imitação de seus atos e que por isso poderiam ser enquadrados como "autores intelectuais" de um crime.
Entretanto, diz que não há comprovação de que Cabo Gilberto, Walbber Virgolino e Eliza Virgínia estiveram envolvidos na depredação do patrimônio público, e que a eventual análise da conduta dos parlamentares cabe ao Conselho de Ética da Câmara. O Caso é diferente do de Pâmela Bório, que esteve participando da invasão aos três poderes no dia 8 de janeiro.
O documento requer que uma cópia da representação seja unida aos autos do Inquérito nº 4922 para aprofundar a investigação do envolvimento de Pâmela Bório nos atos e o encaminhamento de uma cópia da representação ao Conselho de Ética e Decoro Parlamentar para apurar a conduta do deputado Cabo Gilberto e depois o arquivamento do caso.
Por Genival Junior - Patosonline.com
Com informações de Clickpb
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